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Dor neuropática: o que é, sintomas, causas e tratamentos
31/12/2022

A dor neuropática pode ser causada por uma lesão ou por um mau funcionamento de um ou mais nervos. Essa dor costuma vir acompanhada de outras sensações, como formigamento, agulhadas e choques. 

Veja o que é a dor neuropática, os tipos, os principais sintomas, causas e como ela é diagnosticada e tratada. 

Dor neuropática: o que é?

A dor neuropática é um tipo de  dor crônica

Para um quadro clínico de dor ser classificado como crônico, ele deve obedecer algum desses requisitos:

Persistir ou recorrer (períodos alternados de alívio e de dor) por mais de 3 meses. Persistir por mais de 1 mês após a resolução de uma lesão.  Acompanhar uma lesão que não se cura.

A dor neuropática é a dor crônica causada por lesões nos  nervos sensitivos do sistema nervoso central ou periférico. 

Os nervos sensitivos são aqueles responsáveis por conduzir os impulsos nervosos dos órgãos e tecidos do corpo até o encéfalo, popularmente chamado de cérebro. 

Em alguns casos, essa dor pode ser incapacitante, de tão intensa ou persistente. 

Veja algumas dicas sobre como lidar com a dor crônica. 

Tipos de dor neuropática

A dor neuropática é classificada com base na quantidade de nervos que afeta: 

Mononeuropatia: os nervos fazem trajetos no corpo. Quando apenas  um nervo é lesionado, a dor sentida é bem localizada, apenas no percurso que esse nervo faz no corpo. Assim, a dor pode ser sentida em apenas um lado da face, um lado das costas ou um lado da perna, por exemplo.  Polineuropatia: é um tipo de dor que aparece em vários locais do corpo ao mesmo tempo, por exemplo, na perna, nas costas e na face. Isso acontece quando mais de um nervo é lesionado. 

Sintomas

Os sintomas da dor neuropática podem ser contínuos ou intermitentes: 

Dor neuropática contínua: quando está presente o tempo todo. Dor neuropática intermitente: quando os picos de dor são intercalados com períodos assintomáticos. 

Essa dor também varia quanto à  intensidade, podendo ser leve ou intolerável (incapacitante). Essa variação reflete o grau de lesão nos nervos ou estágio da doença. 

Quando a dor é muito intensa, a pessoa pode evitar qualquer tipo de movimento que use a parte dolorida do corpo. Em longo prazo, essa relutância ao movimento pode levar à atrofia dos músculos e prejudicar ainda mais a mobilidade. 

Juntamente com a dor, outras sensações podem se manifestar, quando há lesão em um ou mais nervos: 

Formigamento Dormência Queimação Choques Agulhadas

Principais causas da dor neuropática

A dor neuropática pode ser causada por vários fatores, como:

Doenças infecciosas: bactérias e vírus causadores de doenças podem desencadear a liberação de toxinas no corpo, que danificam os nervos. Ou eles podem ficar alojados no nervo, como o vírus varicela-zoster e provocar a sua degeneração. Essa doença infecciosa é conhecida como cobreiro.

Compressão: a compressão de um nervo causada pela presença de um tumor, uma hérnia de disco, um osteófito (bico de papagaio) ou pressão, como ocorre na síndrome do túnel do carpo, pode causar dor neuropática. 

Traumas: os nervos podem ser lesionados em acidentes ou em cirurgias. Se essas lesões não forem tratadas adequadamente, a pessoa pode sofrer com dor neuropática após a resolução do problema. 

Diabetes tipo 2: uma complicação da diabetes, chamada neuropatia diabética, afeta os nervos periféricos presentes nas mãos e nos pés. Além da dor, pode haver perda de sensibilidade, formigamento e perda de força. Geralmente, essa complicação se desenvolve quando a diabetes se mantém descompensada, por falta de tratamento ou controle da dieta.

Alcoolismo e deficiência nutricional: a ingestão crônica de álcool e a carência de vitaminas na alimentação, principalmente a vitamina B1, geram lesões nos nervos periféricos. 

Diagnóstico da dor neuropática

O diagnóstico da dor neuropática é feito com base nos sintomas apresentados e com o histórico de possíveis danos aos nervos, que pode incluir um quadro de infecção viral, um acidente sofrido, uma cirurgia ou uma doença de base, como a diabetes. 

O médico ou médica também pode solicitar alguns exames para confirmar o diagnóstico, como ressonância magnética (exame de imagem), estudos de condução nervosa e eletromiografia (EMG) e exames de sangue.

O teste EMG permite identificar se a dor tem origem muscular ou nervosa e, também, onde a lesão está localizada. 

Tratamentos

Podem ser usados anestésicos, anticonvulsivantes e antidepressivos no tratamento

O tratamento da dor neuropática varia de acordo com a doença de base e com o grau de lesão no nervo. 

Várias classes de medicamentos podem ser usadas no tratamento:

Anticonvulsivantes: atuam na redução da atividade dos nervos na condução dos impulsos nervosos, bloqueando a sensação de dor nos nervos lesionados. Um exemplo de medicamento dessa classe, que pode ser usado no tratamento da dor neuropática, é a gabapentina. 

Anestésicos: também diminuem a atividade elétrica dos nervos, bloqueando a dor. Podem ser administrados por via oral, intravenosa ou peridural, na medula espinhal. Também podem ser usados cremes à base de capsaicina e adesivos de lidocaína. 

Antidepressivos: amitriptilina, desipramina e venlafaxina inibem a recaptação de neurotransmissores no cérebro, diminuindo a percepção de dor. Também ajudam a controlar os distúrbios de humor e as alterações do sono, que podem acompanhar as doenças crônicas que causam essa dor. 

Muitos desses medicamentos causam alguns efeitos colaterais nos 5 primeiros dias de uso, como sonolência, tontura e boca seca. 

Os efeitos benéficos dos medicamentos no controle da dor começam a ser notados após 2 ou 3 semanas de tratamento, quando o médico ou a médica pode fazer ajustes na dose. 

O tratamento da dor neuropática também pode incluir medicamentos específicos para a doença que pode estar causando o problema. Por exemplo, se a diabetes estiver descompensada, a pessoa terá que tomar medicações para controlar os níveis de glicose no sangue e fazer as devidas alterações na dieta em casos de diabetes tipo 2. 

Além dos medicamentos para controlar a dor e tratar a doença de base, o tratamento pode ser complementado com fisioterapia, terapia ocupacional, eletroterapia, bloqueio dos nervos e, em alguns casos, cirurgia. 

A cirurgia é reservada para quando a dor neuropática é causada por algum fator de compressão de nervos. Ela pode ser feita para corrigir uma hérnia de disco ou um bico de papagaio, por exemplo. 

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